A ABHR APOIA: NOTA DE REPÚDIO A DECLARAÇÕES DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO E DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA SOBRE AS FACULDADES DE HUMANIDADES (FILOSOFIA E SOCIOLOGIA)

A ABHR APOIA E SUBSCREVE: NOTA DE REPÚDIO A DECLARAÇÕES DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO E DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA SOBRE AS FACULDADES DE HUMANIDADES (FILOSOFIA E SOCIOLOGIA)

A Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia (ANPOF) e associações abaixo mencionadas repudiam veementemente as falas recentes do atual presidente da república e de seu ministro da educação sobre o ensino e a pesquisa na área de humanidades, especificamente em filosofia e sociologia.

As declarações do ministro e do presidente revelam ignorância sobre os estudos na área, sobre sua relevância, seus custos, seu público e ainda sobre a natureza da universidade. Esta ignorância, relevável no público em geral, é inadmissível em pessoas que ocupam por um tempo determinado funções públicas tão importantes para a formação escolar e universitária, para a pesquisa acadêmica em geral e para o futuro de nosso país.

O ministro Abraham Weintraub afirmou que retirará recursos das faculdades de Filosofia e de Sociologia, que seriam cursos “para pessoas já muito ricas, de elite”, para investir “em faculdades que geram retorno de fato: enfermagem, veterinária, engenharia e medicina”. O ministro apoia sua declaração na informação de que o Japão estaria fazendo um movimento desta natureza.

De fato, em junho de 2015 o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão enviou carta às universidades japonesas recomendando que fossem priorizadas áreas estratégicas e que fossem cortados investimentos nas áreas de humanidades e ciências sociais.

Após forte reação das principais universidades do país, incluindo as de Tóquio e de Kyoto (as únicas do país entre as cem melhores do mundo), e também da Keidanren (a Federação das Indústrias do Japão) – que defendeu que “estudantes universitários devem adquirir um entendimento especializado no seu campo de conhecimento e, de forma igualmente importante, cultivar um entendimento da diversidade social e cultural através de aprendizados e experiências de diferentes tipos” – o governo recuou e afirmou que foi mal interpretado.

A proposta foi inteiramente abandonada quando o ministro da educação teve de renunciar ao cargo, ainda em 2015, por suspeita de corrupção. Da forma como o ministro Abraham Weintraub apresenta o caso trata-se, portanto, de uma notícia falsa.

O ministro foi seguido pelo presidente, que mencionou que o governo “descentralizará investimentos em faculdades de filosofia”, sem especificar o que isto significaria, mas deixando claro que se trata de abandonar o suporte público a cursos da área de humanidades, nomeadamente os de Filosofia e de Sociologia. O presidente indica que investimentos nestes cursos são um desrespeito ao dinheiro do contribuinte e, ao contrário do que pensa a Federação das Indústrias do Japão, afirma que a função da formação é ensinar a ler, escrever, fazer conta e aprender um ofício que gere renda.

O ministro e o presidente ignoram a natureza dos conhecimentos da área de humanidades e exibem uma visão tacanha de formação ao supor que enfermeiros, médicos veterinários, engenheiros e médicos não tenham de aprender sobre seu próprio contexto social nem sobre ética, por exemplo, para tomar decisões adequadas e moralmente justificadas em seu campo de atuação. Ignoram que os estudantes das universidades públicas, e principalmente na área de humanidades, são predominantemente provenientes das camadas de mais baixa renda da população. Ignoram, por fim, a autonomia universitária, garantida constitucionalmente, quando sugerem o fechamento arbitrário de cursos de graduação.

Uma das maiores contribuições dos cursos de humanidades é justamente o combate sistemático a visões tacanhas da realidade, provocando para a reflexão e para a pluralidade de perspectivas, indispensáveis ao desenvolvimento cultural e social e à construção de sociedades mais justas e criativas.

Seguiremos combatendo diuturnamente os ataques à universidade pública e aos cursos de humanidades movidos pelo ressentimento, pela ignorância e pelo obscurantismo, também porque julgamos que esta é uma contribuição maiúscula da área de humanidades para o melhoramento da sociedade à nossa volta.

Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR)

Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais (ABECS)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia (ANPEGE)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR)
Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE)
Sociedade Brasileira de História da Educação (SBHE)
Sociedade Brasileira de História da Ciência (SBHC)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd)
Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE)

União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura (Ulepicc-Brasil)
Associação Nacional de História  (ANPUH)
Centro de Investigaciones Filosóficas (CIF/Argentina)
Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP) 
Fórum Nacional de Diretores de Faculdades, Centros de Educação ou Equivalentes das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR)
ODARA – Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Cultura, Identidade e Diversidade 
Associação Brasileira de Antropologia (ABA)  
Centro Brasileiro de Estudos de Saúde – Cebes 
Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências (ABRAPEC)

Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJOR) 
Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR)

Asociación Costarricense de Filosofía (Acofi) 
Associação Brasileira de Psicologia Política (ABPP) 
Sociedade Brasileira de Ensino de Química (SBEnQ) 
Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (Anfope)
Associação dos Professores da UDESC (Aprudesc – ANDES-SN) 
Fórum Nacional dos Coordenadores Institucionais do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (FORPIBID)
Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (ANPPOM) 
Associação Brasileira de Estudos Populacionais (ABEP)

A ABHR divulga: Nota de solidariedade da UFPB ao MST

A ABHR apoia a nota do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da UFPB, em solidariedade ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra e aos familiares de José Bernardo da Silva e Rodrigo Celestino, assassinados em 8/12/18 no acampamento Dom José Maria Pires (Paraíba). E exijimos a apuração desse crime e posterior punição dos culpados pelo assassinato dos trabalhadores rurais.

A ABHR parabeniza: A Associação de Cientistas Sociais de Religião do Mercosul pela nova gestão

A ABHR cumprimenta as novas autoridades da Associação de Cientistas Sociais de Religião do Mercosul (ACSRM), associação parceira da ABHR, representada na gestão 2018-2020 por
Rodrigo Toniol (Presidente),
Luis Bahamondes González (Vicepresidente),
Brenda Carranza (Secretária Geral),
Mariela Mosqueira (ProSecretária)
Valentina Pereyra (Tesoureira).
Contem  com o apoio e colaboração da ABHR.

A ABHR lança: Campanha Nacional pela Laicidade do Estado

A ABHR lança em 29 de outubro de 2018 a Campanha Nacional pela Laicidade do Estado. Nossas primeiras ações foram a confecção da Carta da ABHR pela Laicidade do Estado e a Campanha (petição) via Avaaz.org.

O tema refletirá em nossos Simpósios Regionais de 2019, que tratarão da laicidade, diversidades e Direitos Humanos.

Novas ideias são sempre bem-vindas: “vamos precisar de todo mundo, pra banir do mundo a opressão, para construir a vida nova vamos precisar de muito amor”. Sigamos todes juntes. #ABHRresiste #ABHRéamor

Para participar da Campanha Nacional pela Laicidade do Estado, proposta pela ABHR, sugerimos a prévia leitura da Carta da ABHR pela Laicidade do Estado

a) as pessoas e entidades interessadas podem acessar este link e assinar

b) observatórios, núcleos e laboratórios de pesquisa, Programas de Pós-graduação, Departamentos de graduação e outras entidades brasileiras e estrangeiras interessadas em assinar a Carta da ABHR pela Laicidade do Estado e ingressar na Campanha devem encaminhar e-mail à divulgacao.abhr@gmail.com

Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR) 

A ABHR divulga: Carta da ABHR pela Laicidade do Estado

Carta da ABHR pela Laicidade do Estado
28 de outubro de 2018

Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR) respeita o resultado das eleições presidenciais ocorridas em 28 de outubro de 2018 e que elegeram Jair Messias Bolsonaro (Partido Social Liberal – PSL) como o próximo Presidente da República, e deseja ao mesmo um governo verdadeiramente democrático, laico, plural e inclusivo.

No entanto, externamos profunda preocupação com alguns dos primeiros pronunciamentos do Presidente eleito, que sinaliza o rompimento do princípio da laicidade do Estado. O Presidente eleito iniciou seu pronunciamento com a passagem bíblica de João 8:32 (“conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”) e apresenta-se como missionário de Deus. Minutos antes, em cerimônia pública, convidou o Senador evangélico Magno Malta (Partido da República – PR) a pronunciar-se. Além de ungir Bolsonaro, este fez notar que o mesmo foi posto no mando da nação por Deus. O slogan da campanha presidencial também causa preocupação: “Deus acima de todos”.

Em uma sociedade verdadeiramente inclusiva, democrática, plural e laica, o respeito à diversidade de crenças (e também de descrenças, ao ateísmo e ao agnosticismo) deve ser devidamente assegurado. É urgente que a laicidade do Estado, prevista pela nossa Constituição Federal, seja devidamente assegurada. Por uma sociedade realmente livre, democrática, progressista e acolhedora a todas as diferenças e diversidades, reivindicamos o respeito à devida separação entre Igreja e Estado.

Através desta carta informamos o lançamento da Campanha Nacional pela Laicidade do Estado, pedindo que as entidades interessadas em assinar a carta – que pede que a Laicidade do Estado seja devidamente garantida – acessem nosso sítio www.abhr.org.br.

Por fim, para além da aparente dissolução de um Estado laico que garanta o devido respeito à liberdade de crenças, ainda nos preocupa as declarações de Jair Bolsonaro antes de ser eleito acerca de temas como procedência regional, sexualidade, raça/etnia e gênero. Faz-se necessário observar que o Presidente eleito governe para todas as pessoas de forma totalmente justa, equânime e igualitária.

Mantendo-se aberta aos diálogos necessários, cordialmente,

Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR)

#ABHRresiste    #ABHRéamor

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Observatórios, núcleos e laboratórios de pesquisa, Programas de Pós-graduação, Departamentos de graduação e outras entidades brasileiras e estrangeiras interessadas em assinar a Carta da ABHR pela Laicidade do Estado e ingressar na Campanha devem encaminhar e-mail à divulgacao.abhr@gmail.com

Mais notícias sobre a Campanha Nacional pela laicidade do Estado, proposta pela ABHR, encontram-se neste link

Carta da ABHR contra Bolsonaro e pela resistência democrática

Mediante as expectativas alarmantes que nos tomam neste momento, em que as condições da construção e manutenção do Estado Democrático de Direito no Brasil se vêem usurpadas por um candidato que insiste em ressuscitar o peso de um passado indigno, que macula nossa história, enquanto “promete a salvação”, a ABHR vem juntar-se às vozes emergidas de representantes da comunidade acadêmica e da sociedade civil, contra a eleição de Jair Bolsonaro! Um candidato que se legitima numa polarização construída e alimentada a partir de critérios subjetivos e mesmo irracionais, do ódio ao diferente, que vem alimentando o medo e a desesperança de milhares de pessoas, induzidas a desacreditarem nas possibilidades de um futuro qualitativamente melhor que “tudo que já foi um dia”.

Em que momento a democracia, a liberdade e a igualdade, estas condições outrora reivindicadas como imprescindíveis à busca universal pela felicidade –  último fim interno do homem, diria Platão, conquistada pelo bem – deixaram de ser o parâmetro das ideias, discursos e ações movidos pelo ódio e pela intolerância dos 46% dos eleitores, que no primeiro turno das eleições presidenciais se posicionaram a favor do estado de exceção, da tortura, da memória vergonhosa de 1964? Seria de fato este resultado, que agora ameaça fazer vingar um sombrio futuro, fruto da livre escolha representada pelo voto, ou mais um sintoma da manipulação e da alienação no nosso tempo,  onde o fake virou fato?

Não é a primeira vez que nos identificamos pela negatividade. Mas, por alguma circunstância singular da nossa história, quando as vozes que contrariam os fundamentos éticos da nossa sociedade política pairam como um espectro sobre nossas cabeças, confundem nossas mentes, endurecem nossos corações, sequestram nossas almas, torna-se indispensável nos manifestarmos por aquilo que não somos e não admitimos ser: #EleNão.

ABHR repudia todo ato de intolerância, desrespeito pela diversidade que configura o ser humano, seus direitos de livre escolha, busca e expressão de gênero, crença, cultura, etnia. Repudia todo ato de desamor, que se volta contra o próprio ser humano e sua marcha rumo a uma sociedade mais sábia nos seus fundamentos, justa nas suas ações, plural na sua representação.

Se o que nos resta é não estarmos vencidxs, levantemos nossas mãos setenta, oitenta, noventa… e recomecemos! Numa grande marcha em nome da democracia, da justiça, da liberdade. Essa “palavra que o sonho humano alimenta”, que “não há quem explique e ninguém que entenda”, a não ser quando nos vemos ameaçados de perdê-la. Então, que  este manifesto não seja apenas mais “um grito, um desabafo”…, mas se converta numa ação, capaz de mobilizar nossa força mais criativa, positiva, transformadora, “contra a arquitetura da destruição”, que se projeta como um espectro sobre a democracia, o estado democrático de direito, a liberdade e o direito de expressarmos “a dor e a delícia de sermos quem somos”.

23 de outubro de 2018

Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR)

A ABHR divulga: Carta das Universidades em defesa da democracia

Diante deste momento perigoso para a nossa democracia, a Associação Brasileira de História das Religiões se posiciona contra o candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, devido à sua apologia a tortura e torturadores, no qual promove intolerância, ódio e discriminação em suas mais nefastas formas. Portanto, convidamos todxs xs sócixs e simpatizantes da ABHR acessarem a Carta das Universidades em defesa da democracia.

#ABHRresiste #ABHRéamor

Comunidade universitária lança carta em defesa da democracia.

Nós, professores, estudantes e funcionários das universidades brasileiras, desejamos, nesta hora perigosa, ressaltar que a democracia, o livre pensar, a autonomia do ensino, são cláusulas pétreas das quais não abriremos mão em nenhuma hipótese’. Professores, estudantes e funcionários de um amplo espectro de posições políticas lançaram hoje uma carta que reafirma “os valores fundamentais da liberdade, da razão e dos direitos humanos”. No momento em que, segundo os signatários, “a democracia duramente construída no país pode outra vez perecer”, entenderam ser necessário unificar-se em defesa do regime democrático.

Aberto à assinatura pública a partir de hoje, o documento foi lançado com quase quinhentos nomes, entre eles a de acadêmicos conhecidos por suas diferenças. Estão na lista inicial os historiadores Boris Fausto, Fernando Novais, Laura Mello e Souza e Luiz Felipe de Alencastro, os juristas Conrado Hubner Mendes, Dalmo Dallari, Fábio Comparato, Gilberto Bercovici, José Gregori e Pedro Dallari, os economistas Laura Carvalho, Leda Paulani, Lena Lavinas, Luiz Carlos Bresser-Pereira, Luiz Gonzaga Belluzzo, Paulo Furquim de Azevedo, Pedro Rossi e Fernando Rugitsky, os filósofos José Arthur Giannotti, Marilena Chauí, Marcos Nobre, Paulo Arantes, Ruy Fausto e Vladimir Safatle, os sociólogos Brasilio Sallum Jr, Gabriel Cohn e Maria Arminda do Nascimento Arruda, o crítico literário Roberto Schwarz, as arquitetas Ana Lanna, Ermínia Maricato e Raquel Rolnik, as antropólogas Alba Zaluar, Lilia Schwarcz e Manuela Carneiro da Cunha, os jornalistas Eugênio Bucci e Carlos Eduardo Lins da Silva, a educadora Lisete Arelaro e os cientistas políticos Cláudio Couto, Elizabeth Balbachevsky, Maria Hermínia Tavares de Almeida, Maria Victoria Benevides, Paulo Sérgio Pinheiro, Leonardo Avritzer, Luis Felipe Miguel e André Singer.

Afirmando que “o processo eleitoral em curso trouxe à tona fantasmas do passado, palavras simpáticas a torturadores, sugestões de uso da violência contra adversários políticos e cogitações de golpe” pela chapa que terminou o primeiro turno em primeiro lugar, os signatários dizem que “a democracia, o livre pensar, a autonomia do ensino, são cláusulas pétreas”, das quais não abrirão mão.

Para assinar acesse o link

Assembléia Geral Ordinária 2018

A Associação Brasileira de História das Religiões agradece a participação de todxs xs presentes no 3° Simpósio Internacional/ 16°Simpósio Nacional da ABHR: Política, Religião e Diversidade :Educação e Espaço Público.

No dia dos professores(as) as 9:30, na sala Laranjeira, no Centro de Cultura e Eventos (UFSC), realizou-se a Assembléia Geral Ordinária. Em breve disponibilizaremos a Ata em nosso sítio.

E-books da ABHR: História, Gênero e Religião: Violências e Direitos Humanos e Política, Religião e Diversidades: Educação e Espaço Público

 

Acesse e baixe gratuitamente os e-books do 2º Simpósio Internacional da ABHR (Volumes 1 e 2) e do 3º Simpósio Internacional da ABHR (Volume 1).

História, Gênero e Religião: Violências e Direitos Humanos (2º Simpósio Internacional da ABHR – Volume 1)

História, Gênero e Religião: Violências e Direitos Humanos (2º Simpósio Internacional da ABHR – Volume 2)

Política, Religião e Diversidades: Educação e Espaço Público (3º Simpósio Internacional da ABHR – Volume 1)

Acesse e baixe gratuitamente os e-books do 2º Simpósio Internacional da ABHR (Volumes 1 e 2) e do 3º Simpósio Internacional da ABHR (Volume 1).

Solicitamos generosos compartilhamentos destes e-books!  

A ABHR divulga: Carta da ABHR sobre o resultado do primeiro turno da eleição presidencial de 2018 e de estímulo à resistência política

Carta da ABHR sobre o resultado do primeiro turno da eleição presidencial de 2018 e de estímulo à resistência política

#ABHRéAmor        #ABHRresiste

Apesar de você, amanhã há de ser outro dia

Respeitando o resultado do primeiro turno da eleição presidencial realizada neste domingo, 7 de outubro de 2018, a Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR) expressa nesta carta seu posicionamento em relação ao mesmo, em que Jair Bolsonaro (PSL) aparece como uma das duas opções para o segundo turno.

Como feito em ocasiões anteriores (Nota de repúdio da ABHR à apologia à tortura em declaração de Jair Bolsonaro, de 18 de abril de 2016; e A ABHR se posiciona: #elenão, de 24 de setembro de 2018), a ABHR expressa seu repúdio a Jair Bolsonaro por entender que as concepções ideológicas do mesmo representam um retrocesso nos caminhos democráticos do Brasil, especialmente por conta de sua comprovada falta de conhecimento acerca de como solucionar os problemas sócio-econômicos do país e de  seus posicionamentos contrários aos direitos de mulheres, pessoas pobres, negras, indígenas, ribeirinhas, quilombolas, não-cisgêneras e não-heterossexuais, dentre outras.

A ABHR estimula e conclama não somente a sociedade acadêmica como a sociedade em geral à resistência política, e que, em oposição ao modus operandi de propagação do ódio propagado por Jair Bolsonaro, que esta resistência se realize pacificamente no campo das ideias e argumentos, com respeito, sabedoria, alegria, arte e amor. Com a certeza de que as ideias reacionárias representadas por Jair Bolsonaro passarão e nós, passarinho, resistamos e re-existamos.

Florianópolis, 7 de outubro de 2018

Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR)

A ABHR convida: Seja monitorx no 3°Simpósio Internacional da ABHR

O 3°Simpósio Internacional/ 16° Simpósio Nacional da ABHR : Política, Religião e Diversidade : Educação e Espaço Público acontecerá na Universidade Federal de Santa Catarina  (UFSC) – campus Florianópolis-  entre os dias 11 e 14 de outubro de 2018. Promovido pela Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR), o evento é gratuito e aberto a toda comunidade. Inscrições abertas para monitoria através do email: abhr2018@gmail.com

Para maiores informações entre no site